Arquivo da categoria tralhas
Alerta
Não se deve deixar uma pessoa como eu meia hora sem fazer nada no trabalho. Porque ó:
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E a culpa também é da Paula, já que eu fiz o primeiro para combinar com o template do blog dela e aí me empolguei trocando as cores…
Why you’re so serious?
Eu nunca fui fã dos filmes do Batman. Sem querer ofender ninguém, acho o cara muito almofadinha e perfeitinho, ele me cansa! Se for para ser perfeito, faz mais sentido se for de outro planeta, afinal esse aqui é uma zona. Mas quando vi Batman Begins, me apaixonei. Um cara imperfeito, com dúvidas e neuroses, além de um estilo muito playboy que me encanta (só no Batman, vamos deixar isso bem claro). Sei de cor e salteado, como diz minha mãe.
Este ano, lançaram Dark Night, né? Todo mundo foi ver, né? Menos a babaca aqui e é nessas horas que faz falta ter um relacionamento, ninguém me leva no cinema. Sozinha eu não vou nem a pau, é fim de carreira! Mas eu sou uma pessoa que se arranja bem e há uns dias deixei baixando o filme. Então hoje (no caso, ontem, pelo adiantado da hora) cheguei em casa, catei o resto da coca-cola choca na geladeira, um cinzeiro e fui acertar minhas contas com meu super-herói.
Mas aí foi que o barraco desabou, nessa que meu barco se perdeu e fodeu! Minha longa relação com o Sr. Wayne se desgastou e comecei a pagar paixão para uma enfermeira saltitante com a cara pintada – ou pelo menos foi nessa cena que me dei conta de que o Batman perdeu minha paixonite justamente para seu mais caro inimigo. E se não fosse tão tarde, eu juro que dava play de novo, para quem sabe conseguir entender de que jeito me apaixonei pelo Coringa.
Como diz o Harvey Dent, ou se morre como herói, ou se vive o bastante para se tornar vilão. Ou fascinada pelo vilão, no meu caso. Tisc, tisc… Eu, uma moça de família, menina direita, que não fumo, não bebo, não saio à noite, não jogo baralho a dinheiro (ok, eu minto de vez em quando) fascinada por um cara mal maquiado, que anda estranho, baba metade do filme e não explica nadinha… Ô, falta de princípios! Que absurdo! Como é que eu vou arranjar um bom marido assim?
Vou dar o play de novo e ver até onde eu aguentar antes de dormir…
p.s.: Este post não passa de uma nota mental e a autora não se responsabiliza pelas suas próprias palavras.
Jabá sem gerimum
Já vou avisar, quem se ofende fácil, pode parar de ler agora, exatamente aqui. Continuou? Então respira fundo e tenta entender meu ponto de vista, por favor.
Eu ganhei um selo do Vavá e fiquei babando muito mais na explicação desse selo: “Reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho em transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras…” Lógico que este selo está ali na minha apresentaçãozinha de selos, sob o título de jabá sem gerimum. Para quem não sabe, jabá com gerimum é carne seca com abóbora, mas a palavra jabá também é utilizada para definir as músicas que tocam nas rádios só porque a gravadora tá pagando propina. E eu gosto do trocadilho envolvido, digo que é sem gerimum porque não ganho nenhum centavo com isso.
Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, eu acho meio estranha essa política de selos, sabe. (não reclama, eu mandei parar de ler, lembra?) Veja que um selo é uma coisa pessoal. Tudo bem, alguns blogueiros não tem conhecimento técnico nem photoshop para fazer seu próprio selo, ok, eu entendo. Mas eu sou veementemente contra repassar selos. Não sei se alguém reparou que eu nunca repassei nenhum… Quando conferi o meu selo de garrafeiros de plantão, nem pedi isso, mas que eu saiba, esse selo não foi repassado (e não pode ser repassado, diga-se de passagem). Primeiro, porque garrafeiro é quem me deixa garrafas aqui, porque a teoria das garrafas é minha e só existe uma pessoa na face da terra com o direito de reivindicar essa expressão. Segundo, porque eu sou chata e considero que um selo que eu passo para alguém não é para ser extendido a quem eu não sei se merece. Sei lá, é que meu selo tem o endereço do meu blog e de alguma forma é como se eu também dissesse que gosto de um blog que provavelmente eu nem leia.
Assim sendo, eu agradeço de novo cada selinho que ganhei e me desculpo por não repassá-los. Porque a minha política aqui é conceder o meu selo, um atestado de garrafeiro de plantão. E já que estou falando nisso, está na hora de tomar vergonha nessa minha cara de bolacha e conferir a segunda remessa de selos de garrafeiros de plantão:
Drika
Emerson
Garota Enxaqueca
Iúna
Paula
Renata
Srta. Diazepan
Vavá
Vê
Vênus
Para os preguiçosos já com código pronto para copiar, obviamente com link para a teoria das garrafas:
Notinhas de sexta
Ordenadas de forma absolutamente aleatória, daquelas que nada te acrescentam, mas também não custam nada… Meu resumão fantástico.
• Morreu o Dorival Caymmi. Depois da Dercy e mais essa começo a achar que esse ano merecia bolão pé-na-cova…
• No Brasil agora já existem 10 milhões de pessoas com internet banda larga. Ou seja, vai todo mundo pro youtube e diminui o númerod e imbecis na blogosfera (ô sonho).
• O Jean Reno não infartou (isso é notícia, por acaso?).
• A partir de segunda-eira, dia 25, em SP vai ter mutirão de testes gratuitos de HIV. Bem provável que ano que vem as estatísticas assustem, eu acho.
• O SUS vai começar a prover cirurgias de mudança de sexo. Tenho uma lista de sugestões de nomes…
• Caiu um avião em Madrid, o que não quer dizer absolutamente nada.
• Luiz Paulo Horta foi eleito ontem para assumir a cadeira de Zélia Gattai na ABL, o que também não quer dizer absolutamente nada.
• Na França, agora é proibido que crianças com menos de 3 anos vejam televisão (ou quase isso).
• Seguindo a lógica do país, já tem americano processando a Apple por propaganda enganosa.
• O Brasil nos jogos olímpicos até hoje… não fez bosta nenhuma.
Pronto, agora temos resumão (sofriiiido de fazer em época de jogos olímpicos)



