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	<title>Lomyne&#039;s in tha house &#187; reticências</title>
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	<description>um blogzinho azul sem importância</description>
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		<title>Voyeurismo Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 10:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[reticências]]></category>
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		<description><![CDATA[Acredito que o título do post tenha sido bastante autoexplicativo, mas nunca se sabe a quantas anda a limitação humana para interpretação de texto. A questão que quero colocar aqui não tem nada a ver com passar horas assistindo pornografia na internet. O que entendo por voyeurismo digital é essa obsessão em acompanhar a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que o título do post tenha sido bastante autoexplicativo, mas nunca se sabe a quantas anda a limitação humana para interpretação de texto. A questão que quero colocar aqui não tem nada a ver com passar horas assistindo pornografia na internet. O que entendo por voyeurismo digital é essa obsessão em acompanhar a vida alheia através de um computador, essa estranha forma de obter prazer com o que vê (ou lê) sem interagir com &#8220;o objeto&#8221; do prazer e em muitos casos sem que os alvos sequer saibam que estão sendo observados.</p>
<p>Existem duas abordagens importantes sobre esse voyeurismo digital e escrever sobre isso me demanda um certo esforço pessoal. É preciso assumir que passei por momentos críticos na minha vida que foram vistos e acompanhados pela internet. E também é preciso uma imensa capacidade digestiva para conseguir analisar tudo sem uma imensa carga emocional.</p>
<p><span id="more-1269"></span>Facebook, twitter, tumblr, orkut, hoje a vida das pessoas está exposta na internet. Como profissional da área, faz parte da minha rotina analisar as movimentações e interações das pessoas no meio digital, eu preciso conhecer o meu cliente. Trabalhando com marketing online, muitas vezes me sinto como uma espécie de socióloga, sempre tentando entender o que acontece entre as pessoas.</p>
<p>Em um debate, certa vez ouvi uma psicóloga separar claramente amigos virtuais de amigos reais, confesso que fiquei chocada. É preciso ter uma mente muito tacanha para achar que as relações podem ser classificadas desta forma. Considero a internet um meio de informação e interação, considero que o meio que utilizamos para interagir importa muito menos do que a interação propriamente dita. Isto posto, experiências vividas são mais valiosas do que teorias lidas.</p>
<p>Eu tive minhas emoções dissecadas na internet duas vezes, de diferentes formas. Na primeira vez entrei num ostracismo foda e desapareci da vida de muita gente, foi assim que matei Rê Ticências (a máscara que usei na internet por quase um ano). Voltei para buscar os que me eram mais caros somente depois que eu já estava inteira, somente aqueles que não sabiam meu nome ou tinham meu telefone. Os que poderiam ter me amparado e não o fizeram, ignorei. Guardo as boas memórias e só.</p>
<p>Quando aconteceu de novo, não pude agir da mesma forma, haviam agravantes: não estava oculta em um nickname e tudo foi muito mais impactante por conta das redes sociais. Estava tudo exposto, agredindo todo dia a quem se calou por respeito à própria privacidade. Todo mundo olhando, fiscalizando, alguns se preocupando e cuidando, mas a maioria apenas alimentando o burburinho e cutucando a ferida que eu tentava cicatrizar.</p>
<p>Somos nós mesmos que fornecemos o material que as pessoas usam para nos atropelar e por isso aguentei firme as porradas que levei, sobrevivi bem, ou ao menos acho que sobrevivi. As pessoas fazem isso todo o tempo. Alimentam com fotos, vídeos e textos suas redes sociais, compartilham suas vidas, desejos e frustrações. Então vão lá, curtem e comentam, reviram álbuns, retuitam, blogam, conversam. Falam de suas próprias vidas e das pessoas próximas &#8211; não vou nem entrar nos méritos de fofoca de celebridade, porque né, gente?</p>
<p>Então um dia o jogo vira e a vida sendo dissecada não é a de um terceiro, é a sua própria. Aí dói. Aí o mundo é mau. Não consigo entender os adeptos do voyeurismo digital que se atrevem a ficar ultrajados ao perceber que também havia alguém olhando pelo buraco de sua fechadura.</p>
<p>Sou eu que exponho minha vida, você é quem expõe a sua. Minhas cicatrizes são resultados de minhas escolhas, eu aguento tranco. Porque será que nem todo mundo aguenta?</p>
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		<title>Meia dúzia de anos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 13:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu escrevo há seis anos!!! Putaqueopariu, seis? Ééééé, meia dúzia de anos não é metáfora. Tá, desconta daí os arquivos perdidos do tempo do weblogger, porque eu não posso provar, um ano em que praticamente não escrevi (2007), um monte de palavrões, os temas repetitivos e dá para saber porque ninguém mais vem aqui. Pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu escrevo há seis anos!!! Putaqueopariu, seis? Ééééé, meia dúzia de anos não é metáfora. Tá, desconta daí os arquivos perdidos do tempo do weblogger, porque eu não posso provar, um ano em que praticamente não escrevi (2007), um monte de palavrões, os temas repetitivos e dá para saber porque ninguém mais vem aqui.</p>
<p>Pelas minhas estimativas, passaram entre os meus favoritos mais de 100 links, nos comentários eu nem faço idéia de quantos foram. Dos primórdios do tempo em que se postava e tinha que colocar acentos por código html só sobrou um cara na lista de amigos. Tem gente das antigas escrevendo? Tem sim, mas alguns não tem mais relação e eu definitivamente morro de preguiça de correr atrás. Na verdade, tem gente aqui que chegou um pouquinho depois, quase todos são links de Reticências, mas antigo mesmo só <a href="http://pensando-bem.blogspot.com/" target="_blank">ele</a>, acho que conheci no meu primeiro mês de blog. E ele nem tem escrito, diga-se de passagem. </p>
<p>É engraçado, porque sempre que falei com ele, saí com ele ou li o que ele escreve, sempre, sempre tive a sensação que nossa relação é para sempre. Hoje tive certeza disso. Porque ao futucar meus arquivos, percebi o quanto já falei dele&#8230; E porque o ele é tão importante? Porque ele foi quem me fez sobreviver quando matei Dona Rê.<br />Hoje, que esta casa assopra velinhas, eu queria sair com <a href="http://pensando-bem.blogspot.com/" target="_blank">ele</a> e tomar chopp da Devassa. Seria perfeito. </p>
<p><em><strong>P.S.1:</strong> não, não tem nada novo neste post. Pensando bem, no aniversário, a gente comemora o que já viveu, não o que ainda vai viver&#8230;<br /><strong>P.S.2:</strong> como é que eu sei que é hoje, se perdi meus primeiros arquivos? Porque antigamente eu usava essa data como senha! ^^</em>
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		<title>Um dia para Dona Rê</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2004 22:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma noite meio gelada, mas mais quente do que as últimas nessa cidade. Havia um show do Zeca Baleiro que não consegui ingresso por conta de uma amiga doente. Só que mesmo sem show eu estava com aquela big inquietação, aquela que me faz pirar por noites inteiras, Dona Rê Ticências queria sair para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma noite meio gelada, mas mais quente do que as últimas nessa cidade. Havia um show do Zeca Baleiro que não consegui ingresso por conta de uma amiga doente. Só que mesmo sem show eu estava com aquela big inquietação, aquela que me faz pirar por noites inteiras, Dona Rê Ticências queria sair para passear. E como Paloma é fraca em suas convicções, lá foi Dona Rê porta afora, deixando Paloma na gaveta.</p>
<p>Assim mesmo como parece: ficou em casa o riso discreto, o carinho e o dengo, o lado menina. Saiu uma moça histriônica, com altos níveis de língua ferina em pleno funcionamento, preparada para aqueles muitos copos de quem não tem nenhum juízo. Juízo é coisa de Paloma. Lá foram se divertir os olhos de quem espia o mundo, de quem sorri de lado e não deixa seus olhos lhe condenarem, a atitude e o atrevimento em pessoa. E como Rê fui apresentada, porque minha companhia daquela noite só me conhece por Rê.</p>
<p>E foi muito bom ser um cadinho poderosa de novo, ou pelo menos fazer de conta que sou. Me erguer por trás da muralha de sarcasmo e silêncio perigoso, todo um lado que por aqui nunca se viu antes. De volta à minha cama, sem ressaca, sem sono, sem óculos, sem arrependimento, sem vergonha, enfim, toda Rê Ticências.</p>
<p>Pronto, agora leva uns meses de Rê dentro do armário. Até o dia em que ela se aposentar de vez, porque escrever ela já não escreve faz teeeeeempo&#8230;
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		<title>Coisas que me deprimem</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2004 17:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
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		<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, comecei a bloggar sendo Re Ticências, primeiro no weblogger, depois no blogspot. No blogspot a Lívia me pediu e eu dei. Agora há pouco, só por curiosidade, fui ver o que aconteceu com a casa no weblogger. E por favor, alguém me segure, porque a doce proprietára da minha primeira casa tem um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, comecei a bloggar sendo Re Ticências, primeiro no weblogger, depois no blogspot. No blogspot a <a href="http://abcesso.blogspot.com/" target="_blank">Lívia</a> me pediu e eu dei. Agora há pouco, só por curiosidade, fui ver o que aconteceu com a casa no weblogger. E por favor, alguém me segure, porque a <a href="http://reticencias.weblogger.terra.com.br/" target="_blank">doce proprietára</a> da minha primeira casa tem um blog cor-de-rosa. Porra, isso é até uma falta de respeito, né? Eu não devia ter abandonado aquilo&#8230;
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		<title>Uma nova dona para Reticências&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2004 01:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já tinha deletado aquilo tudo mesmo, mas não tinha superado muito bem algumas feridinhas de lá, talvez por isso é que não tenha deixado o link disponível. Daí, em janeiro uma moça me pediu para liberar o link e eu achei que ainda não era hora (pra dizer a verdade, eu não sabia o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já tinha deletado aquilo tudo mesmo, mas não tinha superado muito bem algumas feridinhas de lá, talvez por isso é que não tenha deixado o link disponível. Daí, em janeiro <a href="http://abscesso.blogspot.com/" target="_blank">uma moça</a> me pediu para liberar o link e eu achei que ainda não era hora (pra dizer a verdade, eu não sabia o que fazer, minha primeira reação foi ligar pra <a href="http://pensando-bem.blogspot.com/" target="_blank">ele</a> e pedi socorro, coitado). Arrumei todos aqueles arquivos, reli muita coisa, mas só quando eu fiz uma merda daquelas federais, sabe-se lá porque motivos estranhos é que me toquei que já estava na hora de parar de encaroçar o link. Então procurei a moça que tinha me pedido e ofereci de novo. Ela aceitou e está lá, tocando dois blogs e fazendo bonito. Dona Lívia, que se parece um bocadinho comigo só que com uns aninhos de defasagem. Para quem quiser ver no que deu, Reticências ainda fica <a href="http://reticencias.blogspot.com/" target="_blank">aqui</a>, agora sob o <em>slogan</em> &#8220;omissões voluntárias de coisas que deviam ou podiam ser ditas&#8221;.
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		<title>Uma questão de respeito</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2004 15:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia recebi um e-mail de uma mo&#231;a que me pediu para liberar para ela uma coisa que eu n&#227;o estava mais usando: o Retic&#234;ncias&#8230; Eu fiquei meio na d&#250;vida e acabei n&#227;o respondendo. Isso n&#227;o importa, o que interessa &#233; que parei de protelar uma coisinha que eu devo aos meus bons e velhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia recebi um e-mail de uma mo&ccedil;a que me pediu para liberar para ela uma coisa que eu n&atilde;o estava mais usando: o Retic&ecirc;ncias&#8230; Eu fiquei meio na d&uacute;vida e acabei n&atilde;o respondendo. Isso n&atilde;o importa, o que interessa &eacute; que parei de protelar uma coisinha que eu devo aos meus bons e velhos garrafeiros: arrumei e coloquei no ar cada palavrinha do blog. Reli meus arquivos, tudo que escrevi, todos os coment&aacute;rios; e me peguei lembrando cada um dos preciosos momentos. Deu saudades de muitas coisas, dos amigos que escreviam comigo, do estilo de cada um deles e de quanto isso influenciou o meu estilo. As vontades foram muitas enquanto eu estava nessa tarefa: de chorar, de rir, raiva de mim mesma, enfim, um coquetel molotov de sensa&ccedil;&otilde;es. Mas isso pouco importa, afinal est&aacute; tudo l&aacute;, guardado. E eu vou superando meus defeitos e minhas tolices ao rev&ecirc;-las. Pra quem gostava e quer ler alguma parte daquilo, clique <a href="http://www.lomyne.ubbi.com.br/reticencias/" target="_blank">aqui</a>.
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		<title>Retrô 2003?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2004 01:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[diarinho]]></category>
		<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensei em escrever uma retrospectiva de 2003. Pensei seriamente, a ponto de rascunhar 5 páginas de um caderno velhos, o caderno onde condeno meus posts de gaveta a esperar horas propícias. Se um dia eu for famosa, este caderno poderá valer uma fortuna, se n&#227;o, pelo menos valerá umas boas risadas&#8230; Repensar 2003 revelou coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensei em escrever uma retrospectiva de 2003. Pensei seriamente, a ponto de rascunhar 5 páginas de um caderno velhos, o caderno onde condeno meus posts de gaveta a esperar horas propícias. Se um dia eu for famosa, este caderno poderá valer uma fortuna, se n&atilde;o, pelo menos valerá umas boas risadas&#8230; Repensar 2003 revelou coisas intensas demais para posts neste blog, embora minha vida seja um livro aberto eu tenho o hábito de arrancar páginas feias ou muito rabiscadas.</p>
<p>O fato é que este foi um ano fabuloso e que olhar pra ele me jogou em um enorme devaneio sobre palavras, sobre o que dizemos quando é desnecessário e a quantidade de vezes em que nos calamos quando as palavras s&atilde;o fundamentais. Eu (felizmente ou infelizmente, n&atilde;o sei ao certo), costumo pecar muito mais pelo excesso de palavras e este ano colecionei sil&ecirc;ncios nada providenciais.</p>
<p>Se eu pudesse destacar 5 momentos no ano que passou, creio que os melhores foram estes (em ordem cronológica):<br />
<blockquote>Uma noite de chuva com uma garrafa e literalmente um gato;<br />Uma conversa em que mandaram eu me restringir a ser uma só pessoa e eu, obediente, ando bem mais feliz;<br />Uma liga&ccedil;&atilde;o que virou um encontro que me deu um amigo que me redescobriu pra mim mesma;<br />A noite em que comemorei meu aniversário na facul, foi perfeita!;<br />O dia em que descobri um invasor de universos paralelos.</p></blockquote>
<p>Agora, cada minuto do ano filho da puta que tive me parece muito gratificante&#8230;
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		<title>Posts de gaveta</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2003 15:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas pessoas, os blogueiros que conheci pessoalmente e isolados, tiveram o prazer de ler segredos inéditos. Coisas que nunca disse a ninguém, posts que eram ótimos, os posts que mais falavam sobre a criatura por trás do blog. Eles se surpreenderam, riram e quase todos me perguntaram: voc&#234; vai mesmo postar isso? Eu disse que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas pessoas, os blogueiros que conheci pessoalmente e isolados, tiveram o prazer de ler segredos inéditos. Coisas que nunca disse a ninguém, posts que eram ótimos, os posts que mais falavam sobre a criatura por trás do blog.</p>
<p>Eles se surpreenderam, riram e quase todos me perguntaram: voc&ecirc; vai mesmo postar isso? Eu disse que sim todas as vezes, mas não foi bem assim. Dias passaram antes de eu publicar estas pérolas tão preciosas e estes posts se perderam dentro das minhas bolsas, dentro da minha pasta da faculdade ou mesmo marcando páginas de livros e eu não postei. </p>
<p>Ah, se aqueles que me l&ecirc;em soubessem 10% do que perderam só porque eu  não tenho internet em casa&#8230; Posts intensos, confusos e sinceros, poesias, lágrimas, enfim, tanto de mim que acho que voc&ecirc;s seriam capazes de uma vaquinha só para me dar uma linha telefônica e ter acesso a estas pequenas coisinhas&#8230;</p>
<p>Só resolvi escrever isso, porque encontrei muuuuitos posts de gaveta neste fim de semana, enquanto arrumava as minhas coisas todas e me diverti pensando: isso não vai acontecer mais (explicação no outro post de hoje). Este post foi escrito na minha casa, o que quer dizer que correu o sério risco de ser mais um post de gaveta, mas se está aqui é porque escapou.
<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5068443-105819725406563338?l=house.lomyne.com' alt='' /></div>
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		<title>O Baú III</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2003 20:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre as muitas coisas que achei da casa velha, duas teorias publicadas lá são a parte mais importante: A teoria abaixo é de um amigo, mas o texto é meu. Achei que seria legal contar pra todo mundo e aproveitei pra deixá-la como acho que é&#8230; Teoria das Garrafas Um blog é como uma ilha. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre as muitas coisas que achei da casa velha, duas teorias publicadas lá são a parte mais importante:<br />
<blockquote>A teoria abaixo é de um amigo, mas o texto é meu. Achei que seria legal contar pra todo mundo e aproveitei pra deixá-la como acho que é&#8230; <br /><strong>Teoria das Garrafas</strong></p>
<p>Um blog é como uma ilha. Cada post é como se fosse uma mensagem que um morador dessa ilha p&otilde;e numa garrafa e solta no mar. </p>
<p>Muita gente pega as garrafas, &agrave;s vezes quando elas chegam na areia de suas ilhas e &agrave;s vezes as pegam em alto mar. Acho que o objetivo de quem faz um blog é que as pessoas venham, leiam e levem as garrafas. E a perfeiç&atilde;o é quando essas pessoas, além de levar as nossas garrafas, ainda deixam algumas. </p>
<p>É uma pena que muita gente tenha o costume de pegar as garrafas, abrir, ler e jogar ao mar de volta, como se nem tivessem visto&#8230; </p>
<p>Eu continuo aqui, jogando todas as garrafas que posso, esperando as pessoas virem buscar. Sei que tem gente que vem aqui e me deixa garrafas e leva algumas das minhas. Fico só esperando o dia em que as minhas garrafas levadas sejam postas noutra parte do mar, pra poderem ir mais longe e serem abertas por novas pessoas&#8230;</p>
<p><strong>Teoria do BlueDot:</strong><br />Aqui nesse blog tem uma teoria que impera, a Teoria das Garrafas. Mas hoje, remexendo em uma velha caixa de e-mail que eu julgava desativada encontrei milhões de e-mails de um amigaço (ele não deixou eu escrever o nome) de dois anos atrás. Entre eles, um que tinha uma teoria maravilhosa, a <b>Teoria do Bluedot</b>, de uma amiga dele de Brasília. Segue abaixo, do jeito que me foi passada:  
<p><i>Bluedot, pontinho azul&#8230; É tudo aquilo que faz uma pessoa. Todos nós temos os nossos pontos azuis, nossas coisas, que nos sustentam. Cada ser humano tem o seu. São coisas nossas, de cada um. Intimidade e afins. Hmm&#8230; De vez em quando aparece um sortudo(a) que acaba conhecendo os nossos pontinhos azuis, ou seja, conhecendo o que nos sustenta. As vezes é você que deixa essa pessoa conhecer (corre o risco da pessoa nao ter a sensibilidade exata no determinado momento para conhecer), outras é a pessoa que acaba conhecendo porque tem as manhas (aí corre o risco de vc não querer que essa pessoa conheça)&#8230; Enfim, é mais ou menos isso.</i></p></blockquote>
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		<title>Achei o Baú</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2003 17:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[reticências]]></category>

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		<description><![CDATA[H&#225; quem chame de sorte. Eu n&#227;o sei, s&#243; sei que fiquei beeeem feliz com o que achei hoje: graças ao cache do Google, recuperei algo muito precioso: cada uma das minhas palavrinhas escritas na casa velha. Tim-tim por tim-tim, todos os meus surtos que eu julguei ter perdido quando deletei o Retic&#234;ncias. &#201; muuuuita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>H&aacute; quem chame de sorte. Eu n&atilde;o sei, s&oacute; sei que fiquei beeeem feliz com o que achei hoje: graças ao cache do Google, recuperei algo muito precioso: cada uma das minhas palavrinhas escritas na <a href="http://reticencias.blogspot.com" target="_blank">casa velha</a>. Tim-tim por tim-tim, todos os meus surtos que eu julguei ter perdido quando deletei o Retic&ecirc;ncias. &Eacute; muuuuita coisa, algumas delas muuuito boas. Com o passar do tempo, vou republicar aqui o que n&atilde;o ficou obsoleto e que &eacute; bom o bastante. E o que n&atilde;o &eacute; da minha autoria s&oacute; posto de novo se os autores deixarem, mas vou evitar&#8230;
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